A Floresta

A flor começou a desabrochar, quando veio o cachorro e pisoteou o jardim. Com o suave balanço do vento, as pétalas foram caindo ao chão e ali, juntamente com o que restou de sua essência, germinou outro botão.

Esse botão cresceu e se desenvolveu, se tornando a mais bela planta daquele lugar. Porém, entre sol e chuva, vento e ar seco, a beleza já não era mais a mesma!

Assim é o coração corajoso, determinado, todavia amedontrado, solitário e inseguro.

Tantas coisas boas em meio a um terremoto oriundo de um vulcão em erupção.

Decisões a serem tomadas que influenciam uma vida toda. É só uma questão de tempo. Ora se encontra feliz. Ora assustado.

As raízes o fortalecem, de maneira que não desista jamais. Ah se não fosse à impetulância e ousadia! Talvez aqui não existisse amor e nem objetivos!

Palavras bonitas e grandes para alguém tão pequeno em vista aos robustos gigantes.

O Bigode é o fiel escudeiro. Pau para toda obra. Um ser concreto e ao mesmo tempo abstrato, que faz feliz a pequena em momentos aflitos!

O que a paixão pelos planos traçados não faz. Agora surgiu outra!! Uma, com certeza, inesperada. Fora de cogitação. Mas que sacudiu toda estrutura da planta.

A parada, a situação, a treta, o estopim gaitoso caralho a quatro de uma figa, é o que se discute.

Fazer, agir, reagir e ser! A luz se apagou, mas como todo final do túnel tem uma saída, aqui também tem!

O importante é não ter medo de errar e apostar em seu pólem. Acreditar que tudo é possível quando se quer. Desistir é fraqueza, pura atitude de alguém SEM atitude. Viver um dia após o outro com esperança de dias melhores é a sacada!

Pobre daquele que não ama, pois é do amor que tiro forças para escrever. O amor pela vida, família e oportunidades do fechar ao abrir dos olhos. Amém!

CAMILA CERVANTES

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